Advogado para Golpe do PIX em Curitiba
Fez um PIX enganado, viu transferências que não reconhece ou o banco negou a devolução? Esta é a página de atendimento do escritório para vítimas de golpe do PIX em Curitiba e Região Metropolitana — com triagem por escrito no mesmo dia, ação contra o banco que deixou passar a transação e contra o banco que abriu a conta laranja, e atendimento presencial na sede do Bairro Alto.
Quem quer entender o direito antes de decidir encontra a fundamentação completa — normas do Banco Central, MED 2.0 e jurisprudência do STJ e do TJPR — no guia completo do golpe do PIX.
Dr. Gabriel Valério · OAB/PR 111.516 · Atualizado em 9 de setembro de 2026
Ficha objetiva do atendimento
- Escritório: Gabriel Valério Advocacia e Consultoria Jurídica · Dr. Gabriel Antônio de Oliveira Valério da Silva, OAB/PR 111.516 (UNICURITIBA).
- Especialidade: direito bancário e do consumidor — ações de restituição por golpe e fraude via PIX contra bancos e instituições de pagamento, declaração de inexistência de empréstimos contratados por golpistas, dano moral. Mais de 500 processos patrocinados, em 27 unidades da Federação.
- Onde atende: presencialmente em Curitiba, Pinhais e Região Metropolitana — sede no Bairro Alto, a poucos minutos do Centro Judiciário (Juizados) e do Fórum Cível; em todo o Brasil por processo eletrônico, já que a ação corre no domicílio da vítima.
- Velocidade: triagem gratuita com resposta por escrito no mesmo dia útil · orientação imediata sobre o MED e o boletim, antes de qualquer contratação.
- Contato: WhatsApp (41) 99251-8334 · página de contato.
- Endereço: Rua Mário do Amaral, 97 — Bairro Alto, Curitiba/PR, CEP 82.820-460
O que este atendimento resolve
O golpe do PIX tem uma característica que o distingue de qualquer outra fraude bancária: o dinheiro sai em segundos e o prazo útil para recuperá-lo se conta em minutos. A resposta precisa ter a mesma velocidade — e, ao mesmo tempo, preparar a ação para o cenário mais provável, que é o banco negar a devolução. O escritório atua nas quatro frentes que definem o resultado desses casos:
- Orientar o MED e a prova nas primeiras horas: abertura da contestação no app (obrigatória em autoatendimento desde outubro de 2025), boletim on-line, reclamação escrita no banco recebedor e no Banco Central, preservação de conversas, comprovantes e documentos falsos com seus metadados.
- Responsabilizar o seu banco por não reter uma transação atípica: o Regulamento do Pix exige solução de risco capaz de identificar operações fora do perfil do cliente e permite segurá-las por até 60 minutos (art. 89, § 1º, I; Manual de Tempos do Pix).
- Responsabilizar o banco da conta laranja por abrir e manter a conta sem verificar quem era o titular (Resolução CMN 4.753/2019; Circular BCB 3.978/2020) e por rejeitar sem justo motivo a devolução (art. 41-I do Regulamento).
- Cancelar empréstimos e cobranças contratados pelo golpista durante o acesso, com tutela de urgência para suspender descontos e impedir negativação, e pedir dano moral quando há o que provar além do prejuízo.
A fundamentação de cada frente — com os artigos da regulação, os precedentes do STJ de 2025 e 2026 e os acórdãos das Câmaras Cíveis do TJPR — está no guia completo do golpe do PIX, o pilar técnico deste site. Esta página concentra o que interessa a quem precisa de atendimento em Curitiba, agora.
As primeiras 72 horas, em Curitiba
1. Contestação no app, agora. Todo banco é obrigado, desde 1º de outubro de 2025, a oferecer o pedido de devolução (MED) em autoatendimento, dentro do ambiente Pix do aplicativo. Ele não pode exigir boletim para abrir o pedido. Abra, guarde o protocolo e o e-mail automático: a hora que consta ali é a prova de que você comunicou a fraude enquanto ela ainda podia ser contida — o elemento que o STJ exige para responsabilizar o banco.
2. Provas e recusa da segunda cobrança. Prints completos, números usados, comprovante do PIX com a instituição do recebedor, o arquivo original de qualquer documento recebido. Se chegar uma "taxa", "certidão" ou "imposto" para liberar algo, não pague: num caso atendido pelo escritório a segunda guia veio 40 minutos depois da primeira.
3. Boletim on-line, no mesmo dia. A Delegacia Eletrônica da Polícia Civil do Paraná aceita estelionato e tem orientação própria para golpe com Pix. Detalhes na seção seguinte.
4. Reclamação escrita no banco recebedor e no Banco Central, em 24 horas. Peça o bloqueio e a apuração da conta que recebeu; registre a reclamação no Banco Central, que obriga a instituição a responder em 10 dias úteis. Cada resposta vira anexo da ação.
5. Triagem jurídica em 72 horas. Você envia o conjunto pelo WhatsApp; o escritório devolve, por escrito, se os três elementos que decidem esses casos — transação fora do seu perfil, comunicação a tempo e conta de destino sem verificação — existem no seu caso, com o rito (Juizado ou Vara Cível), o prazo e o custo. Só depois disso se fala em contratação.
Onde resolver em Curitiba: delegacias, Juizado e órgãos de defesa
Curitiba concentra as estruturas que o caso exige — e conhecê-las evita perder dias. Os endereços abaixo foram conferidos nas páginas oficiais em setembro de 2026.
Boletim de ocorrência on-line
A Delegacia Eletrônica da Polícia Civil do Paraná registra estelionato pela internet, com orientação específica para golpes com Pix: informar chave, CPF, banco, agência e conta do recebedor, perfis e links usados. O endereço da ocorrência é a sua residência. O registro é gratuito, tem validade legal e chega por e-mail em cerca de 30 minutos.
DRCC — crimes cibernéticos
Departamento de Repressão a Crimes Cibernéticos da PCPR: Rua Pedro Ivo, 672, Centro, CEP 80010-020 · (41) 3304-6800 · cibercrimes@pc.pr.gov.br. Atendimento presencial de segunda a sexta, das 9h às 17h, apenas para residentes de Curitiba; o próprio DRCC recomenda registrar on-line e levar as provas em pendrive.
Delegacia de Estelionato
Delegacia de Estelionato e Desvios de Cargas: Rua Professora Antonia Reginato Vianna, 1177, Capão da Imbuia, CEP 82810-300 · (41) 3261-6600. A competência criminal é do domicílio da vítima (CPP, art. 70, § 4º), ainda que a conta laranja esteja em outro estado.
Juizados Especiais Cíveis
Centro Judiciário de Curitiba, Av. Anita Garibaldi, 750, Ahú, CEP 80540-900 — inclusive o 1º Juizado Especial Cível (Matéria Bancária). Causas até R$ 64.840 (40 salários mínimos de 2026), sem custas em primeiro grau. As novas ações dos Juizados de Curitiba tramitam no eproc desde 18 de junho de 2026.
Fórum Cível — Varas Cíveis
1ª a 11ª Varas Cíveis: Av. Cândido de Abreu, 535, Centro Cívico. 12ª a 25ª Varas Cíveis: Fórum Cível II, Rua Mateus Leme, 1142. É o rito para casos que exigem instrução técnica (laudo do banco, registros de IP, testemunhas); as ações cíveis comuns ainda tramitam no Projudi.
Procon-PR e Defensoria
Procon-PR: Rua Emiliano Perneta, 47, Centro, de segunda a sexta, das 8h30 às 17h; usa a plataforma consumidor.gov.br. Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública (NUDECON): Rua Benjamin Lins, 779, 3º andar, Batel · (41) 99232-2977, para quem se enquadra na assistência gratuita.
Sobre atendimento presencial: a sede fica no Bairro Alto, e o encontro pessoal está disponível desde a primeira conversa — não só por telefone. Quando a fase exige presença física — audiência de conciliação, instrução com testemunhas, despacho com o magistrado —, o deslocamento ao Centro Judiciário ou ao Fórum Cível é feito no mesmo dia, inclusive para despacho presencial com o magistrado, prerrogativa assegurada ao advogado pelo art. 7º, VIII, da Lei nº 8.906/94. Quem está em Pinhais, São José dos Pinhais, Colombo, Araucária, Campo Largo, Fazenda Rio Grande ou Almirante Tamandaré também é atendido presencialmente; a ação corre na comarca do seu domicílio.
O golpe do falso advogado em Curitiba — que o escritório conhece por dentro
O Paraná registrou 11.515 estelionatos por meio eletrônico em 2025, alta de 29,7% em um ano, e a OAB Paraná recebeu 2.103 denúncias do golpe do falso advogado no mesmo ano, 557 delas com prejuízo consumado — e mais 179 só até 20 de fevereiro de 2026. O golpe é simples e por isso funciona: o criminoso lê um processo público, descobre partes, valor da causa e advogado, e procura a vítima no WhatsApp com a foto e o número da OAB do advogado verdadeiro. "Ganhamos, o alvará sai hoje, só falta uma taxa." Chega um PDF com brasão. Liga um "auditor do Banco Central".
O escritório sabe exatamente como isso acontece porque os seus próprios dados já foram usados como isca: em junho de 2025, uma cliente antiga recebeu, de um número com a foto e o nome do advogado do escritório, a notícia de um "alvará" de R$ 36 mil — documento gerado no Canva — e uma guia de R$ 1.890 "impreterivelmente hoje". Ela pagou; abriu a contestação no app em meia hora; recusou a segunda guia, de R$ 5.000, que chegou 40 minutos depois; registrou o boletim no mesmo dia. O banco recebedor reconheceu a fraude e negou a devolução "por não haver saldo". A ação foi ajuizada contra os dois bancos, cada um por um dever distinto.
Três regras, portanto: tribunal, advogado e Banco Central não cobram taxa para liberar alvará, RPV ou precatório (o TJPR publicou alerta nesse sentido em dezembro de 2024; o STJ, em março de 2025 e janeiro de 2026); se o "seu advogado" aparece num número novo, confirme pelo número antigo; e, se já pagou, o roteiro é o desta página — o MED em minutos, o boletim no mesmo dia, a triagem em 72 horas. O CNJ impôs autenticação em dois fatores no PJe em novembro de 2025 por causa desse golpe, mas os dados processuais continuam públicos, e o golpista continuará tendo acesso a eles.
Como o escritório monta a ação
A tese que o escritório sustenta em toda ação de golpe do PIX cabe numa frase: transação atípica exige autenticação atípica. Senha, biometria e aparelho cadastrado autenticam o dispositivo, não a vontade do cliente; quando cinco PIX saem em quinze minutos de uma conta que só pagava boleto, o banco tinha de reter e confirmar por outro canal. O Regulamento do Pix lhe dá até 60 minutos para isso. O TJPR, em março de 2026, condenou uma cooperativa que deixou passar 67 PIX feitos do celular cadastrado do correntista, dizendo que senha e aparelho "são uma primeira barreira de segurança, mas ... não se mostram suficientes".
Do outro lado está a conta que recebeu. Ela não é vítima; é a infraestrutura do golpe. O banco que a abriu tinha o dever de saber quem era o titular (Resolução CMN 4.753/2019, art. 2º) e, se não consegue provar como o identificou, responde — foi o que a 9ª Câmara Cível do TJPR decidiu em fevereiro de 2026 contra uma instituição de pagamento que, intimada a provar a abertura regular da conta, declarou não ter provas. Por isso a inicial do escritório tem, em regra, dois réus e dois deveres, e pede a inversão do ônus da prova com ordem específica: ao seu banco, o log completo das transações; ao banco recebedor, o dossiê de abertura da conta.
Há também a honestidade do parecer. Quando o PIX estava dentro do seu padrão, a comunicação foi tardia e a conta de destino era regular, a jurisprudência atual do STJ trata o caso como fortuito externo — e o escritório diz isso por escrito, antes de qualquer contratação, em vez de ajuizar uma ação que tende a perder. O guia completo traz as derrotas ao lado das vitórias, com número e relator, porque é assim que se sabe onde fica a linha.
Documentos para a triagem gratuita
- Comprovante do PIX (com o identificador da transação e a instituição do recebedor) e o extrato do dia.
- Resposta do banco à contestação — e-mail, protocolo ou declaração de recusa.
- Prints das conversas com o golpista, com horário, e qualquer documento recebido no arquivo original.
- Boletim de ocorrência, se já registrado.
Extratos dos seis meses anteriores são pedidos depois, se a triagem for positiva: são eles que provam que a transação fugia do seu perfil. Não é preciso ter tudo para começar — o que mais importa é chegar antes de o dinheiro sair do sistema e antes de os registros de acesso do banco expirarem.
Quem assina a defesa
Dr. Gabriel Antônio de Oliveira Valério da Silva, OAB/PR 111.516, formado pelo Centro Universitário Curitiba (UNICURITIBA), atua em Direito Bancário e do Consumidor, Direito Veicular e Defesa Patrimonial, com sede no Bairro Alto e causas patrocinadas em todas as unidades da Federação. Nas ações de fraude bancária, o método é o descrito acima: dois réus, dois deveres, prova documental desde a primeira hora e um parecer por escrito antes da contratação — sem promessa de resultado, em observância ao Provimento nº 205/2021 do Conselho Federal da OAB.
Avaliações reais de quem foi atendido
5,0 de 5 estrelas em 120 avaliações públicas no Google. Não são depoimentos escolhidos a dedo nem imagens coladas na página — são avaliações verificáveis, com nome e foto de quem escreveu, no perfil do escritório. Conferir as 120 avaliações no Google.
“Negativaram o nome da minha esposa por um carro que devolvi e não transferiram.”
“Experiência exemplar com o escritório, de muita competência e profissionalismo. Inclusive resolução do problema! Indico de olhos fechados.”
“Ótimo advogado, supriu todas as minhas expectativas.”
As avaliações acima são públicas e podem ser lidas na íntegra, com o nome de cada autor, diretamente no perfil do escritório no Google — sem intermediário e sem captura de tela.
Golpe do PIX em Curitiba — o que os clientes perguntam
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